E este presente, mas...
Prestem muita atenção à letra...
A Christmas Song
Once a Royal David's City stood a lowly cattle shed,
where a mother laid her baby.
You'd do well to remember the things he later said.
When you're stuffing yourselves at the Christmas parties,
You'll laugh when I tell you to take a running jump.
You're missing the point I'm sure does not need making; that Christmas spirit is not what you drink.
So how can you laugh when youre own mothers hungry and how can you smile when the reasons for smiling are wrong? And if I messed up your thoughtless pleasures remember, if you wish, this is just a christmas song.
então decidam se ela pode mostrar novos caminhos...
ou ser apenas "mais uma canção de natal"...
Blogarimpandopetra sempre acreditou que, por pior que as coisas possam parecer...
fotografia: Celso Antunes Petrauskas
Algo ou alguém irá se levantar e se destacar, fazendo com que você se sinta renovado.
Isso o leva a acreditar que nem tudo está perdido...
É o que se sente ao escutar "sHeavy". Sim, isso mesmo! Banda canadense que no seu primeiro ano chamava-se "Green Machine". Como já havia uma banda americana com o mesmo nome, tiveram a brilhante idéia "sHeavy"... Muito louco, sim, porque seu som também é muito louco e lembra como ninguém mais um dos melhores grupos de rock que existe e na minha suspeita opinião jamais existirá, Black Sabbath...
Blogarimpandopetra entende que a
canção “The Great Gig in the Sky”, é algo assim como um diamante que praticamente
era brilhante, ou seja, houve lapidação, mas, mínima.
Fotografia: Celso Antunes Petrauskas
A história é mais ou menos assim:
Rick Wright, integrante de uma banda
inglesa de “rock progressivo” chamada, “Pink Floyd”; tinha em sua manga uma
progressão de acordes que gostava muito e a chamava às vezes de “The Religion
Song” ou então, “The Mortality Sequence”.
O fato é que faltava algo, então,
colocaram gravações de vozes:
0:38 And I am not frightened of dying. (E
eu não tenho medo de morrer)
Any
time will do, I don’t mind. (Acontecerá a qualquer hora, não me importo)
Why should I be frightened of dying? (Por que eu deveria ter medo
de morrer?)
There’s no reason for it – (Não há
razão pra isso)
You’ve got to go sometime. (Você vai ter que ir uma hora) .
-Gerry O’Driscoll (ele era
zelador do Abbey Road Studios) e
3:33 I never said I was frightened of dying. (Eu
nunca disse que tinha medo de morrer.)
-Patricia “Puddie” Watts (esposa
do chefe de logística Peter Watts).
Mas, ainda não era isso! Ficaram
em dúvida, coçaram a cabeça e disseram “e aí, vamos cantar o quê em cima desses
acordes?”
Alan Parsons (na época engenheiro
de som), disse “tenho uma idéia, conheço uma vocalista! Ela já fez alguns
covers, lembro que ela gravou uma versão de “Light my Fire”. O nome dela é
Clare Torry e acho que tem uma bela voz!”.
Os caras concordaram, fizeram o
convite; na época, Clare tinha 22 anos quando um funcionário da Abbey Road
Studios entrou em contato com ela tentando marcar um uma sessão de gravação
para a tarde do mesmo dia, mas ela não pareceu muito interessada, pois além de
ser muito fã do Pink Floyd, ela já tinha comprado ingressos para um show de
Chuck Berry naquela data. Ficou marcado para o domingo seguinte.
No começo da sessão, a banda
tocou o instrumental para Clare e pediram que ela improvisasse uma linha de
vocal. No início, ela tentou com alguns “Oh, ah! Baby yeah! Oh! Ahh!”. Eles
disseram “não, anjo, não é isso! Se quiséssemos isso teríamos chamado a Doris
Troy (backing vocal no mesmo disco). Você só tem que sentir e cantar; não tem
letra, é sobre a morte; cante pensando nisso e tente algumas notas longas...”
Clare disse “durante um tempo fui
me familiarizando com a música, então pensei que devesse imaginar que era mais
um instrumento, fechei os olhos como sempre faço e tudo foi se formando...”
Rick Wright disse que quando
Clare terminou, ficou se desculpando com todos por sua performance, mas na
verdade todos os que estavam presentes ficaram maravilhados com que ela tinha
acabado de fazer.
Blogarimpandopetra separou uma das mais belas interpretações feita pela não menos bela Rachel Fury junto com Durga Mcbroon e Margret Taylor, durante a turnê "Delicate Sound of Thunder" do Pink Floyd em agosto de 1988 ao vivo na cidade de Veneza.
É colocar os fones de ouvido e ficar babando por cinco minutos, quando terminar você não quer saber de mais nada...
Pode repetir quantas vezes quizer, não há perigo de "overdose"...
É muito importante que você comente ou pelo menos diga se é engraçado, interessante ou legal...
Blogarimpandopetra informa que "Samhain" era um festival realizado pelos celtas que habitavam a Gália e Ilhas Britânicas...
A Gália situava-se onde hoje é o território da França, parte da Alemanha, também da Bégica e norte da Itália.
O objetivo desse festival era o culto aos mortos...
Essa tradição vem desde 600 a.C até 800 d.C., portanto há muito desencontro no que se diz à respeito, mesmo porque, por volta de 46 a.C. os romanos (aqueles caras ignorantes que crucificaram o Jesus), iniciaram a invasão a esses povos...
Houve muita mistura, cortes, perda de informação, enfim...
Mas, sempre foi comemorado entre o dia 31 de outubro (fim do verão no hemisfério norte) e o dia 02 de novembro (dia de Finados para o Cristianismo).
Após uma série de mudanças no nome como: "All Hallow's Eve"; "All Hallowed Eve" e ainda "All Hallow Een"; chegamos ao atual "Halloween", que é uma contração; ou seja, hallow (sagrado) e evening (anoitecer).
Putz!!! Que canseira! Depois de pesquisar e escrever tudo isso, acabo de saber que houve outra mudança por volta de 1984...
Voltamos... e Blogarimpandopetra por aí, encontramos esse clip que sugere uma visão nebulosa daquilo que esconde maravilhas visuais e musicais. Fotos muito interessantes e bonitas se encaixam ao dedilhar solitário do violonista que parece narrar as "Misty Visions".
Foto: "Sunset" de Celso Antunes Petrauskas.
E como não poderia deixar de ser, essa situação exige "química", se bem que o termo ideal deveria ser "alquimia". Sim, pois a "panacea" (em latim, "remédio imaginário para cura de todos os males") se faz presente neste "Misty Visions"...
Essa interpretação áudio visual, é uma homenagem a um grande grupo de rock inglês da década de 70...
Chega de "babação" e vamos à "curtição"...
Você gostou? Se apreciou, comente... se não, comente do mesmo jeito...
Blogarimpandopetra pelas sempre férteis e ricas terras de Black Sabbath, encontrei esta que é raríssima, pois não foi lançada oficialmente. Junto com "Psycho Man" e "Selling my Soul", seria mais uma das inéditas tão esperadas pelos fãs mundo afora. O nome é "Scary Dreams" e é muito boa; tanto música quanto letra mostram que o Sabbath nunca nos deixará...
Agora "Scary Dreams" sem vídeo mas inteira; inclusive o solo de Tony Iommi...
Blogarimpandopetra encara o fato de que o número 13 representa sorte. Difícil é definir se boa ou má...
E isso é relatado desde a antiguidade, quando se começou há contar os dias e perceber a estreita relação de sorte ou azar entre eles.
Uma história tão interessante quanto antiga, vem da mitologia nórdica, onde dizem que houve uma festa para os deuses e 12 foram convidados. Loki (espírito do mal e discórdia) apareceu sem ser convidado e armou uma cilada que culminou com a morte de Balder (filho de Odin e Frigga). Desde então, o número treze tem sido alvo de muita polêmica.
Levando em conta que os conjuntos de mesa são em sua maioria, formados por 12 talheres, 12 pratos e 12 copos; logo, treze convidados, seria tanto um número de azar como também uma tragédia para o anfitrião.
Mas, quando o número treze aparece acompanhado de uma sexta-feira...
Então, temos um problema que é chamado de “Frigatriscaidecafobia” (medo de sexta-feira 13).
Mas, para nós rockeiros, só representa boa sorte...
Por quê?Bem, foi numa sexta-feira 13 de fevereiro de 1970 que o Black Sabbath lançou ao mundo seu primeiro disco (como se fosse o último).
Ahhh! Putz!!! Essa é a décima terceira postagem do Blogarimpandopetra...
Blogarimpandopetra por "Deep Purple", banda inglesa formada em 1968, tem-se a nítida impressão do que acontecia na década de 70. Criatividade!
O "Deep Purple", naquela época em sua segunda formação, contava com: John Lord (teclados), Richie Blackmore (guitarras), Ian Paice (bateria), Roger Glover (baixo) e Ian Gillan (vocal).
da esquerda para a direita: Lord, Paice, Gillan, Blackmore e Glover.
Gillan, Blackmore, Lord, Glover e Paice.
"tá parecendo chuva ácida"
Dizem que o nome "Deep Purple" era a música preferida da avó de Blackmore, mas, coincidência ou não, dizem também, que era uma substância muito conhecida e consumida na Califórnia. (!?!?...)
A preciosidade escolhida por Blogarimpandopetra é "Child in Time" de 1970. Existe uma curiosidade nessa música e é a grande semelhança com outra chamada "Bombay calling" (1969) da banda americana It's a beatiful day (o nome é esse mesmo); a diferença está na ausência de letra em "Bombay calling", porque em matéria de "viagem", as duas são ótimas.
Para variar, a letra continua atual e merece atenção...
Child in Time
"Sweet Child in Time, you'll see the line
The line that's drawn between the good and the bad
Blogarimpandopetra há algum tempo, vem tentando postar Led Zeppelin, porém, o problema está em escolher.
Que riqueza! A bateia do garimpeiro transborda; tudo é precioso; cheio de segredos como só os diamantes tem. Um desses segredos é o de resistir ao tempo. Logo, a frase é verdadeira: "diamantes são eternos".
Blogarimpandopetra separou uma música que foi produzida em 1971 e foi lado B de "Rock and Roll" (single de 72); chama-se "Four Sticks" e tem esse nome porque foi a primeira vez que alguém tocou bateria com quatro baquetas; e quem realizou essa façanha (se acha que não, tente) foi o grande John Bonham (RIP). Também quatro pilares do rock: Jimmy Page (guitarras), John Paul Jones (baixo, teclados e bandolim), Robert Plant (vocais) e volto a dizer, o grande John Bonham (bateria e vocais de apoio).
O título, parece não ter nenhuma relação com a letra. Mas, como "o ouro que se esconde no meio do cascalho", percebe-se uma alusão aos três poderes que afligem a Humanidade, desde muito antes do que se tem notícia:
O poder do "Estado" que controla e oprime;
o poder da "Igreja" que mantém as ovelhas no rebanho;
e o poder "Militar" que reprime as ovelhas negras.
E também há um quarto poder. O poder da opinião pública... aquele que abriga as "ovelhas de bem"...
Naquela época, o quarto poder era a "imprensa", que apesar de muito atuante, não conseguia ser "livre"; e era território somente de jornalistas acompanhados de "censores culturais". O "rock" também era um veículo formador de opinião, mas, também era censurado; era preciso usar as entrelinhas...
Hoje, como nunca, o quarto poder mostra sua força através da Net, "um tiro que saiu pela culatra" (vide acontecimentos recentes no norte da África e Oriente Médio) e coloca pessoas comuns, sem importar a raça, idade, credo ou posição sócio-política a formarem suas opiniões tornando-as públicas nas redes sociais.
Isso causa um "efeito dominó" como jamais se previu...
Enfim, chega de política, escute a música e acompanhe a letra, então, só aí, tire suas conclusões.
Lembre-se, "the rainbow's end, it's just a den for those who hide, hide their loves to depths of lies. So, if the rivers run dry, how would you feel, baby".
"Oh, baby, it's cryin' time, oh baby, i've got to fly
Blogarimpandopetra encontrei uma magnífica pedra bruta que anos depois é lapidada.
O grupo de rock progressivo Manfred Mann's Earth Band formado em 1971, tem um repertório vasto e riquíssimo, porém, não pude deixar de lado uma trilha que mostra o bom gosto deles, também como intérpretes.
Voltam no tempo 3 anos e percebem a genialidade da dupla Armatrading e Nestor, na música "Visionary Mountains" do álbum debut "Whatever's for Us". Como a música não é deles, pedem permissão para colocar no álbum "Nightingales and Bombers" de 1975.
No original de Joan Armatrading e Pam Nestor em 1972, o piano, as cordas de timbre oriental e a voz de Joan Armatrading são espetaculares, mas, são apenas 1 minuto e 50 segundos.
A voz dessa mulher é fortíssima, tanto quanto a letra...
Manfred Mann's Earth Band sabia disso, então, enriqueceu o original de tal maneira como se soubesse as "respostas"; no que tornou-se uma versão e não só uma "cover".
Então, começa a viagem...
O teclado hipnótico de Manfred Mann; a guitarra e a voz de Mike Rogers; a "cozinha" com o baixo ilustrativo sem deixar de ser preciso de Colin Pattenden e a bateria de Chris Slade; fazem você se surpreender e agradecer após os 5:41. Sim, veja que felicidade poder curtir 3:51 além do original.
A complexidade da música faz com que você reflita sobre a simplicidade da letra...
Nada melhor que um domingo para folgar, descansar, relaxar, refletir...
"O exterior é tão só o reflexo do interior"
Immanuel Kant (1724-1804)
Reflexão?
Espere!
"Auto-reflexão"; é o melhor termo para definir essa apologia do "olhar para si mesmo".
Blogarimpandopetra encontrou a melhor forma para isso.
Escute "Look at yourself" da banda inglesa "Uriah Heep", cuja formação na época era David Byron (vocalista), Mick Box (guitarras), Ken Hensley (Hammond, piano, guitarra, violão acústico e vocal), Paul Newton (baixo), Ian Clarke (bateria) e a participação especial de Ted, Mac e Loughty do "Osibisa" fazendo uma excelente percussão.
Foi produzida em 1971 e composta por Hensley.
Essa música que dá título ao álbum, é tão mágica, que faz com que você, mesmo conhecendo, fique sempre a espera de algo novo que não tinha percebido ainda, exatamente como a auto-reflexão.
I see you running, don't know what you are running from.
Nobody's coming, what do you do that was wrong.
Look back and turn back, look at yourself.
Don't be afraid just, look at yourself.
If you need assistance, or if all you need is love.
There's no point in hiding, tell me what you're frightened of.
You've got a friend just, look at yourself.
Don't be afraid just, look at yourself...
1:42 - começa a preparação para o solo (ou seria o início do processo de auto-reflexão?); 1:48 - uma série de diálogos surgem; perguntas e respostas; 2:16 - vozes ao fundo, como se anjos e demônios lutassem por sua consciência; 2:28 - faz várias tentativas de se soltar; 2:33 - liberto de suas amarras, voa em rasantes que arrepiam a alma; mas precisa voltar, tem que aprender mais; 3:06 - a voz interior repete o mantra...
Look back and turn back, look at yourself.
Don't be afraid just, look at yourself!!!!
3:23 - pronto, alma livre, volte para enfrentar a realidade...
Simples assim, LOOK AT YOURSELF... Blogarimpando sempre!
Dizem que o Dia da Mentira existe desde 1564, onde na França, o rei Carlos IX adotou o calendário gregoriano e determinou que o ano novo seria comemorado no dia 01 de Janeiro (até então comemorava-se no dia 25 de Março que marca o início da primavera por aquelas bandas). Alguns franceses relutaram e não quiseram saber da mudança; fato que fez com que a mídia da época passa-se a ridicularizá-los, enviando "presentes" e outras sacanagens.
Bem, Blogarimpandopetra revela aqui, que vários gênios do passado também conviveram com a "Mentira":
Dizem também que a Teoria da Relatividade é o conjunto de duas outras teorias, ou seja, a Relatividade Restrita e a Relatividade Geral.
A Relatividade Restrita ou Especial foi a teoria publicada por Einstein em 1905, onde ele conclui os estudos de um matemático Henri Poincaré e de um físico Hendrik Lorentz, entre outros (note que ele publica uma teoria baseada em estudos de outrem). Acaba substituindo os conceitos independentes de tempo e espaço da teoria de Newton, pela idéia de espaço-tempo (note como sutilmente os valores são invertidos) como entidade geométrica unificada.
Blá, blá, blá...
Agora, veja a coincidência das datas:
Galileo Galilei, que dizem, começara com tudo isso, nasceu em 1564 (ano em que, dizem, começou o Dia da Mentira) e morreu em 1642;
Newton nasceu em 1643 e deu continuidade aos trabalhos.
Atente para a frase abaixo:
"A Mentira é um vício quando causa um Mal; e é uma grande virtude quando causa um Bem" .
Essa frase é de Voltaire (1694/1778) e ele, rapidamente deduz que a Mentira é "relativa".
Portanto, a teoria da relatividade foi postulada por Voltaire no século XVIII, como prova a frase acima...
Blogarimpandopetra numa tarde de chuva, eis que se forma um arco-íris. Pensei!...
Na verdade nem pensei, fui logo querendo achar o pote de ouro, e então lá estava...
Essa peça é vibrante, de cara você já inicia com a estonteante bateria de Cozy Powell (descanse em paz); curiosamente em nenhum dos shows é replicada, a entrada nas apresentações ao vivo começa sempre com os teclados de Tony Carey lembrando "Tarot Woman";
A participação da Orquestra Filarmônica de Munique na gravação dessa peça é crucial para a sagração da mesma como "uma das mais belas" compostas pela dupla Blackmore/Dio. Nos shows cabe ao Tony Carey suprir a falta da orquestra, o que, diga-se de passagem é uma responsabilidade e tanto; e ele o faz!
O que dizer de Jimmy Bain no baixo, embora não haja nenhuma passagem para se memorizar, ele como sempre é preciso.
Ronnie James Dio mostra que tinha vindo ao mundo porque precisava narrar as "andanças do mago", e faz isso até falecer em 16 de Maio de 2010 (um dia triste para todos que o conheciam)
Ritchie Blackmore é caso a parte quando se fala em guitarrista, porque ele tem um jeito muito peculiar de se relacionar com aquela "strato" (e com as pessoas também); o solo que começa aos 3:22 e termina aos 5:13 é viajante... e porque não dizer, perfeito!
E por falar em perfeição essa obra só não é perfeita porque termina...
Blogarimpandopetra notou que uma pequena criatura causou muita curiosidade na postagem do dia 20 de Março, quando ela dividiu a atenção dos leitores com duas abelhas e dois gafanhotos. Talvez pelo fato de que as pessoas tenham menos receio de abelhas e gafanhotos. As vespas ou marimbondos se preferir, realmente parecem ser mais agressivas.
As abelhas alimentam suas larvas com pólen, enquanto as larvas de vespas se alimentam de proteína animal. "Parece ficção, mas um estudo realizado por especialistas constatou que as vespas atacam e depositam seus ovos em mariposas; estas passam a ser hospedeiros das larvas de vespa e se alimentam dos fluídos da vítima que não morre e sim passa a proteger as larvas de predadores."
Blogarimpandopetra mostra toda a sequência (sem violência) com nossa amiguinha e ela prova que realmente aceitou o convite do fotógrafo...
"Tarefa difícil para o garimpeiro, é escolher entre tantas gemas, alguma que seja mais preciosa..."
Blogarimpandopetra em Black Sabbath, separei esta que é pouco conhecida, mas, brilhante. E que surpresa gratificante encontrar nesta gravação ao vivo do Ozzfest Download Festival 2005. Todos juntos: Ozzy, Iommi, Geezer e Ward. É muito pra cabeça! Esses caras continuam sendo inspiração pra muita gente!!!
São cinquenta segundos apreciando uma "pedra" que "ao vivo" é raríssima: "Red sun rising in the sky/ Sleeping village cock'rel's cry/ Soft breeze blowing in the trees/ Peace of mind, feel at ease." Muito bom!!! Paz de espírito! Não dá tempo de agradecer por ela quando, de repente...
você percebe que ela substituiu "Embryo". Sim, isso mesmo, aquela que anuncia "Children of the grave". Uma das muitas e poderosas mensagens que o mundo do rock já ouviu, ouve e continuará ouvindo.
Essa música foi escrita em 1971, pra cutucar os políticos e suas guerras.
"Revolution in their minds - The children start to march/ Against the world they have to live in"
Frases como essa, mostram que o mundo não mudou e que a mensagem deve ser ouvida, pois é atualíssima.
Perguntas como: "O mundo tem que viver à sombra do mêdo atômico?" ou ainda, "Elas vencerão a luta pela paz, ou irão desaparecer?"; parecem bem vivas!
O mais importante está no final da canção: "Mostrem ao mundo que o amor ainda vive, sejam corajosos! ou voces "crianças de hoje" serão as "crianças do túmulo"."
Enfim, Blogarimpandopetra conclui que: essas duas pedras já são preciosas; "nós" é que precisamos ser lapidados...
Blogarimpandopetra quer chamar atenção hoje, para o super grupo Pink Floyd e uma de suas mais belas canções. Chama-se "Shine on you crazy diamond" e foi composta em 1975; música de Gilmour (guitarras e vocais), Waters (baixo e vocais), Wright (teclados e vocais) e Mason (bateria); e a letra é de Waters. Essa música tem nove partes, que ao todo somam viajantes 25 minutos e 54 segundos; as mais conhecidas dessas partes são as de I até V.
Blogarimpandopetra em "shine on you crazy diamond" encontrei um "diamante louco" na parte VI, que inicia a hipnose com o teclado de Rich Wright e talvez seja a mais longa preparação de solo que já ouvi; é simplesmente magnífica. Preste atenção! Os diamantes estão loucos por todos os lados (de preferência use fones de ouvido).
Fotografia: Celso Antunes Petrauskas
O teclado de Wright uiva como o vento...
O baixo de Waters responde como ribombar de trovões...
Fotografia: Celso Antunes Petrauskas
O cenário está se formando...
Aos 00:37, a guitarra de Gilmour entra como um relâmpago...
Aos 00:59, o teclado começa um solo em que demonstra a intenção clara de instigar a guitarra ao máximo; esta pede que ele conte mais e mais, indo até o ponto onde os dois confundem seus ouvidos e...
Aos 1:48, o "slide" de Gilmour começa sutil, quase imperceptível; quer voar; tenta convencer o teclado a segui-lo; dialogam, mas o teclado prefere "comentar" e apreciar enquanto o slide alça vôo aos 2:25.
Agora, já em seu "vôo solo", percebe a liberdade por onde passa; mas, ao mesmo tempo está preso à tensão, que os vários comprimentos de onda exercem sobre si. Inicia em 3:30 uma série de rasantes, na tentativa de se libertar e mal sabia que já o era.
Aos 3:49 já demonstra sinais de insanidade, talvez devido a altitude do vôo, então aos 4:24 com uma frase decide voltar...
4:35 - Começa a parte VII, onde resolvem falar a linguagem dos homens "Ninguém sabe onde você está, quão perto ou quão longe, brilha em você diamante louco"...
A parte VIII inicia aos 6:23, onde harpias, grifos e sabe-se lá que outros seres mitológicos conversam muito, sem descanso até 8:55, quando ondas calmas morrem nas areias do tempo, trazendo a parte IX.
E uma mensagem musical que leva à mente, reflexão de sua viagem.
Mas o que acontece? Por quê a sensação de perda? Será porque, simplesmente acabou a "música"?
Muito louco!
Fotografia: Celso Antunes Petrauskas
Blogarimpandopetra por doze minutos e vinte e um segundos nessa obra prima, é o que tenho a lhes dizer...
Fotografar animais é difícil, pois são inquietos! Imagine então, fotografar um inseto voador...Eles estão por aí, pra todo lugar que se olhe, você os encontra. São zilhões no mundo inteiro. Alguns são nocivos, muitos são benéficos e com certeza todos são muito interessantes. Muitas cores e anatomia incrível. Se você tiver o equipamento correto, técnica e paciência (muita paciência), conseguirá imagens que passam despercebidas na maioria das vezes.
Fotografia: Celso Antunes Petrauskas
O equipamento básico é uma câmera 35mm. e objetiva macro. Para aumentar o equipamento: tubos de extensão, fole, lentes close-up, flash e tripé (as vezes atrapalha). Seus grandes inimigos serão a tremida e a focalização mal feita (garanto que todos passam por isso). O grau de dificuldade é muito grande; repare na base da foto abaixo, a profundidade de campo é bem reduzida (no máximo 3mm.).
Fotografia: Celso Antunes Petrauskas
Nesse caso, a câmera utilizada foi uma Nikon ES 35mm, lente macro mais close-up 3, sem tripé (uma aventura) e detalhe: essa máquina não é digital e a vespa parece ter aceitado o convite do fotógrafo, pois ficou imóvel...
Fotografia: Celso Antunes Petrauskas
Agora que você já viu os insetos blogarimpando, mãos à obra e boas fotos!
Pra quem não conhece, BlogarimpandoPetra apresenta este super trio canadense chamado Rush. O primeiro álbum (Rush) foi lançado em 1974 e os caras continuam até hoje a carreira de enorme sucesso, a ponto de já no quarto álbum (2112) em 1976, adquirirem independência criativa (poucos tiveram a mesma sorte).
O vídeo acima é apenas uma pequena parcela, mas o bastante para instigar o "garimpeiro" a buscar por mais preciosidades. Trata-se da primeira apresentação ao vivo do Rush no Rio de Janeiro e aconteceu em 2002; a música é "La Villa Strangiato" do álbum Hemispheres de 1978 (o álbum inteiro é excelente, mas sou suspeito) e é riquíssima em detalhes. Chega de papo! Clique no play! Depois compartilhe...
Blogarimpando por aí, encontrei esta gema de Mario Quintana, lançada em seu quinto livro no ano de 1950.
"Jamais compreendereis a terrível simplicidade das minhas palavras,
porque elas não são palavras; são rios, pássaros, naves...
no rumo de vossas almas bárbaras.
Sim, vós tendes as vossas almas supersticiosamente pintadas, e não apenas a cara e o corpo como os verdadeiros selvagens. Sabeis somente dar ouvido a palavras que não compreendeis, e todos os vossos deuses são nascidos do mêdo. E eu na verdade não vos trago a mensagem de nenhum deus...
Nem a minha...
Vim sacudir o que estava dormindo há tanto tempo dentro de cada um de vós,
limpar-vos de vossas tatuagens...
E o frêmito que sentireis, então nas almas transfiguradas, não será do revôo dos anjos...
Mas apenas o beijo amoroso e invisível do vento sobre a pele nua!"