E este presente, mas...
Prestem muita atenção à letra...
A Christmas Song
Once a Royal David's City stood a lowly cattle shed,
where a mother laid her baby.
You'd do well to remember the things he later said.
When you're stuffing yourselves at the Christmas parties,
You'll laugh when I tell you to take a running jump.
You're missing the point I'm sure does not need making; that Christmas spirit is not what you drink.
So how can you laugh when youre own mothers hungry and how can you smile when the reasons for smiling are wrong? And if I messed up your thoughtless pleasures remember, if you wish, this is just a christmas song.
então decidam se ela pode mostrar novos caminhos...
ou ser apenas "mais uma canção de natal"...
Blogarimpandopetra sempre acreditou que, por pior que as coisas possam parecer...
fotografia: Celso Antunes Petrauskas
Algo ou alguém irá se levantar e se destacar, fazendo com que você se sinta renovado.
Isso o leva a acreditar que nem tudo está perdido...
É o que se sente ao escutar "sHeavy". Sim, isso mesmo! Banda canadense que no seu primeiro ano chamava-se "Green Machine". Como já havia uma banda americana com o mesmo nome, tiveram a brilhante idéia "sHeavy"... Muito louco, sim, porque seu som também é muito louco e lembra como ninguém mais um dos melhores grupos de rock que existe e na minha suspeita opinião jamais existirá, Black Sabbath...
Blogarimpandopetra entende que a
canção “The Great Gig in the Sky”, é algo assim como um diamante que praticamente
era brilhante, ou seja, houve lapidação, mas, mínima.
Fotografia: Celso Antunes Petrauskas
A história é mais ou menos assim:
Rick Wright, integrante de uma banda
inglesa de “rock progressivo” chamada, “Pink Floyd”; tinha em sua manga uma
progressão de acordes que gostava muito e a chamava às vezes de “The Religion
Song” ou então, “The Mortality Sequence”.
O fato é que faltava algo, então,
colocaram gravações de vozes:
0:38 And I am not frightened of dying. (E
eu não tenho medo de morrer)
Any
time will do, I don’t mind. (Acontecerá a qualquer hora, não me importo)
Why should I be frightened of dying? (Por que eu deveria ter medo
de morrer?)
There’s no reason for it – (Não há
razão pra isso)
You’ve got to go sometime. (Você vai ter que ir uma hora) .
-Gerry O’Driscoll (ele era
zelador do Abbey Road Studios) e
3:33 I never said I was frightened of dying. (Eu
nunca disse que tinha medo de morrer.)
-Patricia “Puddie” Watts (esposa
do chefe de logística Peter Watts).
Mas, ainda não era isso! Ficaram
em dúvida, coçaram a cabeça e disseram “e aí, vamos cantar o quê em cima desses
acordes?”
Alan Parsons (na época engenheiro
de som), disse “tenho uma idéia, conheço uma vocalista! Ela já fez alguns
covers, lembro que ela gravou uma versão de “Light my Fire”. O nome dela é
Clare Torry e acho que tem uma bela voz!”.
Os caras concordaram, fizeram o
convite; na época, Clare tinha 22 anos quando um funcionário da Abbey Road
Studios entrou em contato com ela tentando marcar um uma sessão de gravação
para a tarde do mesmo dia, mas ela não pareceu muito interessada, pois além de
ser muito fã do Pink Floyd, ela já tinha comprado ingressos para um show de
Chuck Berry naquela data. Ficou marcado para o domingo seguinte.
No começo da sessão, a banda
tocou o instrumental para Clare e pediram que ela improvisasse uma linha de
vocal. No início, ela tentou com alguns “Oh, ah! Baby yeah! Oh! Ahh!”. Eles
disseram “não, anjo, não é isso! Se quiséssemos isso teríamos chamado a Doris
Troy (backing vocal no mesmo disco). Você só tem que sentir e cantar; não tem
letra, é sobre a morte; cante pensando nisso e tente algumas notas longas...”
Clare disse “durante um tempo fui
me familiarizando com a música, então pensei que devesse imaginar que era mais
um instrumento, fechei os olhos como sempre faço e tudo foi se formando...”
Rick Wright disse que quando
Clare terminou, ficou se desculpando com todos por sua performance, mas na
verdade todos os que estavam presentes ficaram maravilhados com que ela tinha
acabado de fazer.
Blogarimpandopetra separou uma das mais belas interpretações feita pela não menos bela Rachel Fury junto com Durga Mcbroon e Margret Taylor, durante a turnê "Delicate Sound of Thunder" do Pink Floyd em agosto de 1988 ao vivo na cidade de Veneza.
É colocar os fones de ouvido e ficar babando por cinco minutos, quando terminar você não quer saber de mais nada...
Pode repetir quantas vezes quizer, não há perigo de "overdose"...
É muito importante que você comente ou pelo menos diga se é engraçado, interessante ou legal...
Blogarimpandopetra informa que "Samhain" era um festival realizado pelos celtas que habitavam a Gália e Ilhas Britânicas...
A Gália situava-se onde hoje é o território da França, parte da Alemanha, também da Bégica e norte da Itália.
O objetivo desse festival era o culto aos mortos...
Essa tradição vem desde 600 a.C até 800 d.C., portanto há muito desencontro no que se diz à respeito, mesmo porque, por volta de 46 a.C. os romanos (aqueles caras ignorantes que crucificaram o Jesus), iniciaram a invasão a esses povos...
Houve muita mistura, cortes, perda de informação, enfim...
Mas, sempre foi comemorado entre o dia 31 de outubro (fim do verão no hemisfério norte) e o dia 02 de novembro (dia de Finados para o Cristianismo).
Após uma série de mudanças no nome como: "All Hallow's Eve"; "All Hallowed Eve" e ainda "All Hallow Een"; chegamos ao atual "Halloween", que é uma contração; ou seja, hallow (sagrado) e evening (anoitecer).
Putz!!! Que canseira! Depois de pesquisar e escrever tudo isso, acabo de saber que houve outra mudança por volta de 1984...
Voltamos... e Blogarimpandopetra por aí, encontramos esse clip que sugere uma visão nebulosa daquilo que esconde maravilhas visuais e musicais. Fotos muito interessantes e bonitas se encaixam ao dedilhar solitário do violonista que parece narrar as "Misty Visions".
Foto: "Sunset" de Celso Antunes Petrauskas.
E como não poderia deixar de ser, essa situação exige "química", se bem que o termo ideal deveria ser "alquimia". Sim, pois a "panacea" (em latim, "remédio imaginário para cura de todos os males") se faz presente neste "Misty Visions"...
Essa interpretação áudio visual, é uma homenagem a um grande grupo de rock inglês da década de 70...
Chega de "babação" e vamos à "curtição"...
Você gostou? Se apreciou, comente... se não, comente do mesmo jeito...
Blogarimpandopetra pelas sempre férteis e ricas terras de Black Sabbath, encontrei esta que é raríssima, pois não foi lançada oficialmente. Junto com "Psycho Man" e "Selling my Soul", seria mais uma das inéditas tão esperadas pelos fãs mundo afora. O nome é "Scary Dreams" e é muito boa; tanto música quanto letra mostram que o Sabbath nunca nos deixará...
Agora "Scary Dreams" sem vídeo mas inteira; inclusive o solo de Tony Iommi...
Blogarimpandopetra encara o fato de que o número 13 representa sorte. Difícil é definir se boa ou má...
E isso é relatado desde a antiguidade, quando se começou há contar os dias e perceber a estreita relação de sorte ou azar entre eles.
Uma história tão interessante quanto antiga, vem da mitologia nórdica, onde dizem que houve uma festa para os deuses e 12 foram convidados. Loki (espírito do mal e discórdia) apareceu sem ser convidado e armou uma cilada que culminou com a morte de Balder (filho de Odin e Frigga). Desde então, o número treze tem sido alvo de muita polêmica.
Levando em conta que os conjuntos de mesa são em sua maioria, formados por 12 talheres, 12 pratos e 12 copos; logo, treze convidados, seria tanto um número de azar como também uma tragédia para o anfitrião.
Mas, quando o número treze aparece acompanhado de uma sexta-feira...
Então, temos um problema que é chamado de “Frigatriscaidecafobia” (medo de sexta-feira 13).
Mas, para nós rockeiros, só representa boa sorte...
Por quê?Bem, foi numa sexta-feira 13 de fevereiro de 1970 que o Black Sabbath lançou ao mundo seu primeiro disco (como se fosse o último).
Ahhh! Putz!!! Essa é a décima terceira postagem do Blogarimpandopetra...